Último Datafolha antes da votação coloca os dois candidatos praticamente empatados; Caiado é o terceiro, enquanto Renan Santos e Augusto Cury dividem a quarta posição
O Brasil acordou neste domingo com uma pergunta que movimenta os bastidores políticos de Norte a Sul: quem sairá das urnas com a preferência do eleitorado para comandar o país pelos próximos quatro anos?
A última pesquisa Datafolha antes do primeiro turno, divulgada neste sábado (3), apresenta uma disputa eletrizante entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Na intenção de voto total, o atual presidente aparece com 47%, contra 46% do senador. É praticamente um empate, com apenas um ponto percentual separando os dois.
E a briga pelas posições seguintes também merece atenção.
Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 4%. Na quarta colocação, há empate entre Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante), ambos com 3%. Romeu Zema (Novo) registra 1%.
Quando a pesquisa considera somente os votos válidos, Lula aparece com 45%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 42%. A diferença de três pontos continua dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, mantendo a disputa aberta.
A BATALHA NÃO TERMINA NAS PESQUISAS
O levantamento foi realizado pelo Datafolha em 3 de outubro, com 4.006 entrevistados em 122 municípios. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01708/2026.
O resultado mostra que a eleição presidencial chega ao domingo com dois projetos políticos concentrando praticamente toda a atenção nacional. De um lado, Lula tenta conquistar mais um mandato. Do outro, Flávio Bolsonaro busca chegar à Presidência representando o campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
A grande incógnita é se a votação confirmará o equilíbrio apontado pelas pesquisas ou produzirá alguma surpresa na apuração.
Se nenhum candidato alcançar mais de 50% dos votos válidos, a decisão ficará para o segundo turno.
Neste domingo, portanto, a palavra final não será dos institutos de pesquisa, dos partidos ou dos analistas políticos. Será do eleitor brasileiro.

Do PASSAPORTE/Foto: TSE
