Imagem mostra pátio de aeronaves do Aeroporto de Brasília • Reprodução
Acordo de integração do mercado aéreo com a Argentina, Chile e Paraguai já havia sido anunciado na última semana; iniciativa faz parte da estratégia para ampliar a abertura do mercado brasileiro à atuação de companhias estrangeiras e aumentar a concorrência no setor
Na prática, a medida permitirá, por exemplo, que uma companhia aérea brasileira opere um voo entre Buenos Aires, na Argentina, e Lima, no Peru, sem necessidade de que a rota passe pelo Brasil.
A intenção do governo é expandir o modelo para outros países latino-americanos que demonstrarem interesse em aderir ao acordo.
A iniciativa faz parte da estratégia para ampliar a abertura do mercado brasileiro à atuação de companhias estrangeiras e aumentar a concorrência no setor.
O objetivo é criar um mercado único de aviação na América do Sul, cuja proposta final está em construção e deve ser apresentada em setembro.
A partir da conclusão do projeto, o governo pretende medir o interesse dos países da região e avaliar a viabilidade de implementação do modelo.
Entre as empresas que o ministério espera atrair estão as companhias chilenas JetSMART e Sky Airline, conhecidas pelo modelo de baixo custo. No entanto, uma eventual entrada dessas empresas no mercado brasileiro ainda dependerá de negociações comerciais, adaptações regulatórias e de um processo que pode levar algum tempo até ser concluído.
