O sonho do hexacampeonato mundial foi mais uma vez interrompido. Neste domingo (5), o Brasil foi derrotado pela Noruega por 2 a 1 e se despediu da Copa do Mundo de 2026 ainda nas oitavas de final.
A eliminação precoce quebra uma sequência histórica da Seleção Brasileira, que não caía nesta fase desde 1990, evidenciando o momento de instabilidade vivido pelo futebol nacional.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, a equipe entrou em campo cercada de expectativas, mas apresentou um futebol aquém do esperado. O time foi pouco agressivo, criou menos do que poderia e falhou em momentos decisivos.
A partida teve um roteiro preocupante desde o início. A Noruega chegou a marcar cedo, em lance posteriormente invalidado, e já demonstrava que não seria um adversário passivo.
O Brasil teve oportunidades, mas pecou na finalização e no aproveitamento. A falta de eficiência custou caro, principalmente diante de um rival que soube aproveitar suas chances.
Na segunda etapa, a Noruega confirmou sua superioridade com dois gols de Haaland, que se destacou como o grande nome do jogo e carrasco da Seleção Brasileira.
Neymar ainda marcou de pênalti nos minutos finais, mas o gol apenas amenizou o placar.
Com a eliminação, o Brasil amplia o jejum de títulos mundiais, que já ultrapassa duas décadas e seguirá até, pelo menos, 2030.
Mais do que a derrota, o desempenho preocupa. A equipe mostrou dificuldades táticas, pouca intensidade e dependência de jogadas individuais.
A Copa continua, mas sem o brilho do futebol brasileiro nas fases decisivas — um cenário que se repete e levanta questionamentos sobre o futuro da Seleção.
Da Redação do Jornal Passaporte com Agência Ronabar/Foto: Reprodução da EBC
