Companhia de Gás do Pará recebeu o Grupo Reicon para avaliar soluções logísticas de transporte de gás natural pelo território paraense.
A Companhia de Gás do Pará (GdP) recebeu o Grupo Reicon, ontem quinta-feira (7), para avançar nas tratativas do transporte de gás natural pelo Estado, a partir do Sistema de Distribuição de Gás Natural (SDGN) de Barcarena, considerando as soluções logísticas do apresentadas pelo parceiro para esse projeto de expansão da Companhia. O objetivo é encontrar alternativas que permitam a chegada o produto aos novos clientes que mantêm contato com a GdP.
No encontro, o diretor-presidente da Gás do Pará, Cláudio Moraes; o diretor técnico comercial da GdP, Paulo Guardado, e o gerente comercial da Reicon, Pelágio Carvalho, debateram a expansão da rede de atendimento da Companhia para clientes que aguardam a chegada do GN em outras áreas do Estado, como o Baixo Amazonas e o Baixo Tocantins. A Reicon é referência em logística no território paraense, com ampla experiência no transporte rodofluvial de combustíveis líquidos na região Norte.
“O interesse pelo gás natural cresce cada vez mais e novos clientes, em potencial, fazem contato com a GdP dos mais diversos municípios paraenses. Por isso estudamos a viabilidade de ampliar nossa rede de distribuição através dessa parceria com a Reicon”, destaca Cláudio Moraes. “Para chegar até outras localidades, precisamos superar desafios geográficos e de logística que exigem uma grande perícia operacional”, completa.
Sistema de Distribuição de Gás Natural, em Barcarena, vai ser o ponto de partida para a expansão pelo EstadoFoto: Bruno Cecim
Atualmente, a Companhia de Gás do Pará atende indústrias e usinas termelétricas do Estado, oferecendo transição energética limpa e economicamente vantajosa para os clientes. Desde o ano passado, GdP e Reicon participam de um grupo de trabalho que busca condições de transporte e abastecimento de gás natural, a fim de atender novos clientes do gás natural em território paraense.
“O Pará segue uma agenda de desenvolvimento pautada também por uma transição para matrizes energéticas mais limpas, seguras e economicamente viáveis, como o gás natural. Nossa missão é ampliar o alcance do GN pelo Estado,” conclui o diretor-presidente da GdP.

