O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, está exigindo com o cerco da Armada e dos B-2 Spirit e declarou neste momento que o objetivo americano é forçar o que especialistas chamam de “submissão estratégica” do Irã. Mais do que uma simples “rendição” militar no campo de batalha, Trump quer que o regime iraniano capitule em suas principais ambições geopolíticas.
Trump deixou claro que não aceita nada menos que o fim total do programa nuclear iraniano. Após o sucesso da Operação Midnight Hammer em junho de 2025 (que destruiu três grandes instalações nucleares), ele usa a ameaça de um “próximo ataque muito pior” para que o Irã entregue o que restou de sua capacidade de enriquecimento. Um ponto novo e crucial neste cerco de 2026 é o apoio direto de Trump aos manifestantes iranianos. Como os protestos internos já deixaram milhares de mortos, Trump vinculou a movimentação militar à segurança da população civil, exigindo que o governo pare as execuções e a violência contra seu próprio povo.
Trump quer que o Irã abandone o financiamento e o apoio militar ao que ele chama de “procuradores do terror” (como o Hezbollah no Líbano, os Houthis no Iêmen e milícias no Iraque). A ideia é isolar o Irã diplomaticamente e militarmente.
O tom de Trump não é de negociação diplomática tradicional, mas de um ultimato corporativo-militar:
Ele quer um acordo “justo e equitativo” (nas palavras dele), mas nos termos dos EUA.
Ele usa o exemplo da Venezuela (onde o governo caiu semanas atrás) para mostrar que está disposto a usar a força para trocar lideranças que ele considera hostis. Ele acredita que, com an Armada Naval visível na costa e os B-2 Spirit prontos para ataques de precisão, o custo da resistência para o Irã se tornará insuportável até o prazo final.
Do Portal Roraima 24 Horas Online
