Imagens que viralizaram nas redes sociais mostram os dois rebocadores inclinados e, em seguida, submergindo no rio. O registro foi feito por uma testemunha que passava pela área no momento em que as embarcações começaram a afundar. Apesar do choque visual, não há relatos de feridos até o momento.
“Ainda bem que ninguém se machucou”, disse um morador que filmou o ocorrido.
ACOMPANHAMENTO DA MARINHA
A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), informou que está acompanhando a situação desde que o naufrágio foi confirmado. Equipes de inspetores navais se deslocaram para o local para monitorar os vetores de segurança da navegação e possíveis impactos ambientais.
Logo após o fato, as autoridades verificaram que as embarcações estão estabilizadas no fundo do rio e, até o momento, não foram detectados sinais de poluição ambiental. Ainda assim, por precaução, barreiras flutuantes foram posicionadas para evitar dispersão de resíduos caso aconteça algum vazamento.
AÇÕES PREVENTIVAS E INVESTIGAÇÕES
Além da mobilização no local, a Capitania dos Portos emitiu um Aviso-Rádio Náutico, alertando outras embarcações que trafegam na região sobre o sinistro e possíveis obstruções de rota.
A empresa proprietária dos rebocadores foi notificada a apresentar um plano de salvamento, conforme estabelecido pela autoridade marítima brasileira para remoção de embarcações submersas.
Para esclarecer o que motivou o naufrágio, a Marinha anunciou a abertura de um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN). O objetivo é apurar as causas, circunstâncias e eventuais responsabilidades envolvidas no episódio.
O QUE SÃO REBOCADORES?
Os rebocadores são embarcações especializadas em auxiliar navios maiores, promovendo manobras em portos e rios, ou transportando barcaças e cargas pesadas ao longo de hidrovias. Eles são equipamentos essenciais na logística do transporte marítimo e fluvial. (Contexto geral, sem ligação direta com o incidente.)
IMPACTO LOCAL
O caso chamou a atenção de moradores e usuários das vias fluviais de Belém, especialmente porque o trecho do Maguari é bastante movimentado por embarcações de carga e passageiros. Por enquanto, as autoridades seguem monitorando a área para garantir a segurança dos demais navegantes.
Confira as imagens do Instagram:
https://www.instagram.com/reels/DT3UpFEkRZo/
Do Jornal PASSAPORTE
