De Parauapebas para diferentes regiões do Estado, o mandato de Keniston Braga combina presença nas ruas, articulação política e recursos que chegam à vida real das pessoas
Uma planilha de emendas é uma bela ferramenta de trabalho na Câmara. Mas tem coisas igualmente importantes que não cabem nela. O abraço de uma mãe. O sorriso de quem finalmente vê uma obra sair do papel. A mão estendida de quem reconhece, no meio da rua, alguém que ajudou a transformar uma necessidade em realidade.
É nesse território, entre números e sentimentos, que se constrói a trajetória parlamentar de Keniston Braga. Eleito deputado federal em 2022 com 126.027 votos, Keniston teve em Parauapebas sua maior demonstração de força eleitoral: foram 52.088 votos no município. Mas a relação construída com a cidade não ficou restrita à eleição. Desde o início do mandato, recursos federais passaram a ser uma das ferramentas de uma atuação voltada à saúde, à infraestrutura, ao esporte e outras áreas.
Os números ajudam a dimensionar essa presença. Levantamento baseado no Portal da Transparência aponta Keniston como o deputado federal que mais destinou emendas a Parauapebas entre 2023 e 2026: 28 emendas, somando R$ 74,7 milhões propostos. Desse total, R$ 57,5 milhões haviam sido empenhados e R$ 43,5 milhões, pagos.
Mas uma emenda só ganha verdadeiro significado quando deixa de ser número e vira alguma coisa que as pessoas conseguem enxergar ou tocar.
Uma estrutura de saúde. Um equipamento. Uma obra. Uma oportunidade. Um serviço que passa a funcionar melhor. É por isso que a política de recursos públicos, quando bem utilizada, pode ter um rosto. E esse rosto costuma aparecer nas ruas.
Nas caminhadas, nos encontros comunitários, nas conversas rápidas em bairros, nas agendas políticas ou simplesmente no contato com quem quer falar, reclamar, agradecer ou pedir. Em agosto, por exemplo, mobilizações em Parauapebas levaram Keniston novamente para junto da população, percorrendo ruas e cumprimentando moradores.
Existe uma diferença importante entre estar diante do povo e estar no meio dele. Keniston escolheu o segundo caminho.
E essa disposição também aparece em causas que não se resolvem com uma fotografia de inauguração. É o caso dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Titular da comissão especial que analisa a PEC 14/21, o deputado participou da articulação pela valorização de profissionais que estão diariamente nas comunidades, visitando casas, prevenindo doenças e acompanhando famílias. Em 2025, inclusive, requereu a realização de um seminário regional sobre a proposta em Belém.
Talvez seja isso que explique uma caminhada política: pessoas reconhecem quando percebem que alguém caminhou por elas. E quando o trabalho deixa marcas na vida de uma cidade, a gratidão deixa de ser apenas sentimento. Vira memória. E memória, em política, é aquilo que nenhuma fotografia de campanha consegue fabricar.
Da Assessoria Parlamentar, texto e imagem
