Estratégia amplia a produção, gera renda e fortalece organizações comunitárias no Pará
O fortalecimento da agricultura familiar no interior do Pará tem se consolidado como uma importante ferramenta de geração de renda e desenvolvimento sustentável. Em municípios como Paragominas, Dom Eliseu, Abel Figueiredo, São João do Araguaia, Bom Jesus do Tocantins e Rondon do Pará, investimentos em infraestrutura, assistência técnica e fortalecimento das organizações comunitárias têm ampliado a produção, criado novas oportunidades de mercado e contribuído para melhorar a qualidade de vida de dezenas de famílias rurais.
Os resultados fazem parte do Programas Paricá, desenvolvido pela Suzano em parceria com a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e a Aliança Bioversity & CIAT e do Semeando a Prosperidade, realizado com o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad), organização francesa de pesquisa e cooperação científica. As iniciativas promovem o desenvolvimento territorial sustentável com foco na inclusão produtiva, conservação ambiental e fortalecimento das cadeias produtivas locais, melhorando a gestão territorial, fortalecendo associações, cooperativas e empreendimentos da agricultura familiar em diferentes municípios do sudeste paraense.
Programas como o Paricá e o Semeando Prosperidade integram a estratégia de investimento social da Suzano, que entre 2020 e 2025 contribuiu para que mais de 140 mil pessoas deixassem a linha da pobreza, o equivalente a 70% da meta da companhia de retirar 200 mil pessoas dessa condição até 2030. Apenas em 2025, mais de 44 mil pessoas superaram a pobreza por meio de iniciativas voltadas à geração de renda, qualificação profissional e inclusão produtiva. Nos estados do Pará, Maranhão e Tocantins, mais de 7,7 pessoas ultrapassaram essa condição e, desse total, 1,5 mil saíram desse estágio por meio de contratações próprias e de empresas prestadoras de serviços, e outras 6,2 mil superaram a linha da pobreza a partir de iniciativas e projetos que impulsionam a geração de renda e ampliam o acesso a oportunidades, contribuindo para fortalecer a empregabilidade na região.
Em Dom Eliseu, a Associação dos Moradores da Marajoara ampliou significativamente sua capacidade de produção de polpas de frutas após receber uma despolpadeira por meio do programa. O equipamento permitiu elevar a produção anual de aproximadamente 2,5 mil quilos para até 7 mil quilos, ampliando o fornecimento para a merenda escolar da rede municipal e criando oportunidades para novos mercados, com impacto direto na renda das famílias envolvidas. “Para nós foi gratificante ter recebido a despolpadeira justamente no momento em que mais precisávamos. Não tínhamos condições de adquirir o equipamento e ele chegou na hora certa para garantir nossa produção. Foi a mudança que precisávamos para cumprir nossos compromissos”, afirma Poliana Souto, presidente da associação.
Para a Suzano, fortalecer a agricultura familiar é uma estratégia capaz de promover desenvolvimento econômico, inclusão social e conservação ambiental ao mesmo tempo. A empresa acredita que investir de forma estruturada nos territórios de atuação, fortalece cooperativas e associações, gerando oportunidades para as famílias e um ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável. Os resultados mostram que promover inclusão social e incentivar práticas produtivas responsáveis gera mais renda, qualidade de vida e melhores perspectivas para as próximas gerações. Além dos investimentos sociais, a geração de oportunidades ocorre por meio das contratações da companhia e de sua cadeia de fornecedores.
“A agricultura familiar tem um papel importante no desenvolvimento das comunidades onde estamos presentes. Ao apoiar iniciativas construídas em parceria com organizações locais, produtores e empreendedores, contribuímos para ampliar oportunidades, fortalecer cadeias produtivas e estimular a geração de renda. Esse trabalho está conectado ao nosso compromisso de gerar e compartilhar valor e de contribuir para que 200 mil pessoas superem a linha da pobreza até 2030”, afirma Joana Mamedes, coordenadora de Relacionamento Social da Suzano.

Texto: Fabiana Cabral/Fotos: Divulgação/Ascom /Suzano
