O número de matrículas na educação básica registrou queda de 1,07 milhão de registros em um ano no Brasil, segundo dados do Censo Escolar. Entre 2024 e 2025, a rede pública teve redução de 2,1% no número de estudantes, enquanto essa taxa foi de 2,9% nas instituições privadas.
A educação básica é a primeira etapa do sistema de aprendizagem no Brasil. A fase inclui a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio, a educação especial — com escolas e turmas para pessoas com deficiência ou neuroatipicidades — e a EJA (Educação de Jovens e Adult
O MEC (Ministério da Educação) atribui a queda nas matrículas à influência de fatores demográficos e à eficiência do sistema educacional. O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que a população brasileira teve redução e que o fluxo dos estudantes melhorou, pois eles não passavam de ano, mas a taxa de distorção entre idade e série dos alunos caiu.
Durante a apresentação dos dados, o ministro frisou que todas as informações do Censo mostraram “melhorias”. “O que precisamos enxergar é a cobertura. Temos mantido a cobertura, inclusive aumentado o atendimento aos alunos desde a creche ao ensino médio. A população está reduzindo, e temos diminuído a distorção idade-série”, declarou.
Em relação à distorção idade-série, no último ano do ensino médio, ela caiu 61%, pois passou de 22,57%, em 2022, para 13,99%, em 2025. Quanto menor, mais ajustadas estão as faixas etárias dos estudantes ao ano escolar que eles cursam.
O percentual indica o número de alunos com idade superior à apropriada para a série frequentada, o que indica situação de atraso educacional.
Do Portal R7

