Advogado pede ao STF prisão de Lulinha, filho do presidente petista, por roubo no INSS

Em um importante passo rumo à transparência e ao combate efetivo à corrupção no Brasil, o renomado advogado Jeffrey Chiquini protocolou, nesta terça-feira (13 de janeiro de 2026), um requerimento sólido e fundamentado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Dirigido ao ministro André Mendonça, relator do inquérito que apura as graves fraudes no INSS, o pedido solicita a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente da República. A medida é vista como um avanço significativo na defesa da igualdade perante a lei, especialmente diante de indícios robustos de envolvimento direto no esquema de descontos associativos indevidos em benefícios previdenciários, conforme elementos já colhidos pela Polícia Federal e amplamente divulgados.

A petição destaca com clareza elementos técnicos e objetivos que justificam a cautelar, como o risco concreto de fuga — agravado pela notícia de que Lulinha planeja se mudar em definitivo para a Espanha, país onde mantém vínculos estáveis —, além da gravidade das condutas investigadas e da necessidade de garantir a aplicação da lei penal sem frustrações. Essa iniciativa corajosa do advogado reforça a confiança das instituições e da sociedade brasileira no sistema de justiça, demonstrando que ninguém está acima da lei e que as investigações avançam com rigor e imparcialidade, independentemente de nomes ou posições políticas. O Brasil acompanha com expectativa a decisão do ministro Mendonça, que pode representar um marco importante na luta contra a impunidade.

Do Diário 360