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Quase metade dos aposentados desconhece o app do INSS, diz PF

A Polícia Federal (PF) divulgou um relatório que apontou que 42,4% dos aposentados e pensionistas ouvidos pela Controladoria-Geral da União (CGU) não conhecem o aplicativo Meu INSS. A investigação, que deu origem à Operação Sem Desconto, revelou ainda que 25,1% conhecem a ferramenta, mas nunca usaram.

Segundo o documento, o acesso ao extrato do benefício — necessário para identificar descontos — só pode ser feito pelo aplicativo ou presencialmente em uma agência. Apenas 32,4% dos entrevistados disseram já ter usado o sistema digital.

O relatório alerta que a baixa adesão às ferramentas digitais dificulta a identificação de descontos indevidos em folha. A CGU apontou falhas no controle dos débitos e dificuldades para o cancelamento de cobranças associativas não autorizadas.

A maioria dos lesados é idosa. Entre os 1.272 entrevistados, 97,6% afirmaram não ter autorizado os descontos, e 95,9% disseram não fazer parte de nenhuma associação. Mesmo após cancelamentos, muitos relataram que novos débitos surgiram.

As falhas incluem ausência de bloqueio automático para benefícios antigos, falta de validação de documentos e fragilidade nos acordos com entidades conveniadas. A PF apontou que as regras para inclusão de descontos são muito mais simples do que as exigidas para a exclusão.

Apesar disso, o governo anunciou que vai exigir biometria para autorizar novos empréstimos consignados pelo app e pelo site. Reclamações de descontos indevidos também serão feitas por meios eletrônicos.

Mas há dúvidas sobre a eficácia da digitalização. Segundo o Inaf, quase metade da população entre 50 e 64 anos tem baixo desempenho em tarefas básicas online, como preencher formulários ou acessar serviços.

Para ampliar o acesso, o governo trabalha com a Dataprev em um sistema que permitirá o uso de canais presenciais como os Correios e a Caixa. A previsão é que esteja disponível nos próximos dias.

No Congresso, a Câmara dos Deputados começou a analisar propostas para investigar as fraudes. Um pedido de CPI foi protocolado. Já no Senado, uma CPMI com o mesmo objetivo obteve assinaturas suficientes para iniciar as investigações.

Do Pleno.News