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TikTok Shop desembarca no Brasil e pode redesenhar comércio online

A TikTok Shop chega oficialmente ao Brasil. A plataforma de compras integrada ao aplicativo da rede social chinesa marca a entrada oficial da ByteDance, dona do TikTok, no varejo digital brasileiro.

A expectativa é que a nova ferramenta movimente até R$ 39 bilhões no Brasil até 2028. Isso pode representar de 5% a 9% do total do e-commerce nacional, segundo estimativas do banco Santander.

Já o banco Itaú estima que a TikTok Shop pode adicionar R$ 3 bilhões em vendas ao comércio eletrônico brasileiro, segundo o site Mercado & Consumo. A aposta acompanha a tendência do social commerce, modelo que mistura entretenimento com consumo.

Lives para vendas, links de compra, vitrines nos perfis: como a TikTok Shop funciona

A TikTok Shop oferece recursos como transmissões ao vivo para vendas, links de compra em vídeos e vitrines nos perfis dos usuários. A aba “Shop” dá acesso direto ao marketplace, enquanto o programa TikTok Shop Ads conecta marcas a influenciadores, que ganham comissão por venda.

A TikTok Shop já opera em países como Estados Unidos, Indonésia, Tailândia, México e Reino Unido. Em 2024, a plataforma gerou US$ 33,2 bilhões em vendas globais, quase o triplo do volume de 2023, que foi de US$ 11,09 bilhões.

Em 2024, a TikTok Shop movimentou US$ 9 bilhões (R$ 52 bi) nos EUA, US$ 6,2 bilhões (R$ 36 bi) na Indonésia e US$ 5,7 bilhões (R$ 33 bi) na Tailândia. Entre os produtos mais vendidos globalmente estão cosméticos, moda, acessórios e eletrônicos.

A operação brasileira faz parte do plano de expansão da ByteDance na América Latina, iniciado pelo México no começo de 2025.

O Brasil é o terceiro maior mercado do TikTok no mundo, com mais de 111 milhões de usuários ativos. O país fica atrás apenas da Indonésia (161,1 milhões) e dos Estados Unidos (137,9 milhões). A ver o quanto a TikTok Shop vai vingar por aqui.

Os principais executivos da Meta, incluindo Mark Zuckerberg e Adam Mosseri, reconheceram que o TikTok estava superando o Facebook e o Instagram em engajamento e relevância, segundo documentos internos revelados no processo antitruste contra a big tech.

Em conversas datadas de fevereiro de 2022, Zuckerberg afirmou que o Facebook havia “perdido a atenção e o impulso”. Enquanto isso, o TikTok oferecia aos usuários uma experiência de “contexto compartilhado”, no qual amigos viam e comentavam conteúdos sem compartilhá-los diretamente.

Mosseri reforçou a avaliação ao afirmar que o Facebook havia deixado de ser o principal mecanismo de descoberta de conteúdo. Esse papel começava a ser ocupado pelo TikTok, que também já superava o YouTube em tempo médio de exibição nos EUA.

Do Olhar Digital