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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Novo pedido de empréstimo de Helder deve elevar dívida do governo do Estado para R$ 2,6 bilhões

Novo pedido de empréstimo de Helder deve elevar dívida do governo do Estado para R$ 2,6 bilhões
O governo Helder Barbalho decidiu ultrapassar, que nem um bólido, todos os limites da razoabilidade administrativa ao encaminhar à Assembleia Legislativa projeto “reparador” de pelo menos cinco tentativas frustradas de tomar dinheiro emprestado da rede bancária através de editais públicos. Como todos os editais – prevendo empréstimo de R$ 800 milhões para pavimentar sua reeleição sem concorrência – resultaram desertos, sua excelência, que tem quase a totalidade dos deputados estaduais a seus pés, encontrou o caminho das pedras: caberá à Assembleia Legislativa assinar cheque em branco para o chefe de Estado dar vazão à sua sanha perdulária e predatória.  

O futuro a Helder pertence
É um fato histórico e perigoso. Nunca, jamais, em tempo algum um governante do Pará emprestou tanto, gastou tanto e fez tão pouco, correndo para deixar um legado não de obras, mas de dívidas que a população terá que bancar nos governo futuros, com o terrível viés de que os sucessores do atual governador, seja lá quem for, terão que lidar com a inevitável incapacidade de investimentos, uma vez que a dívida contraída em apenas quatro anos de gestão implica compromissos orçamentários futuros. É assustador, mas, pelo que se vê, no governo Helder Barbalho vale tudo por dinheiro. Simples assim.

O caminho do porto seguro
O novo projeto de Helder seguiu o mesmo caminho e estilo de tantos outros inaugurados pelo governo para chegar ao porto seguro sem alardes: saiu da Casa Civil em regime de urgência, pousou sobre a mesa do presidente da Assembleia Legislativa, Chicão Melo, e foi encaminhado, com as devidas recomendações, à análise da Comissão de Constituição e Justiça. Com o rito interno sob controle, o projeto só não vai causar maior espanto ao chegar ao conhecimento dos demais parlamentares por três razões: já veio a público, nada mais causa espanto aos nobres deputados e, enfim, porque está tudo dominado.  

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Coluna Olavo Dutra 

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