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sábado, 18 de junho de 2022

Em dia de reajuste na Petrobras, petróleo cai mais de 5%


Em dia de reajuste na Petrobras, petróleo cai mais de 5%
Petrobras anuncia aumento de 5,18% no preço na gasolina e de 14,26% no diesel; Litro da gasolina vendida às distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 4,06. Para o diesel, preço médio sobe de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro

Barril tipo brent chegou à mínima de US$ 111,76 nesta sexta-feira (17), o menor valor desde 26 de maio

A cotação do petróleo no mercado internacional está caindo mais de 5% nesta sexta-feira (17). Às 16h30, o barril tipo brent com vencimento em agosto de 2022 recuava 5,20%, aos US$113,58. Chegou na mínima de US$ 111,76, o menor valor desde 26 de maio de 2022.


Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (17), um reajuste nos preços do diesel e da gasolina. O valor da gasolina passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. Já o do diesel passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro. Os preços do GLP (gás liquefeito de petróleo) não serão alterados.

Em 9 de maio, a empresa havia elevado o preço do diesel de R$ 4,51 para R$ 4,91. Naquela época, o barril do petróleo estava cotado a US$ 105,94. Já o dólar, que também tem influência nos preços cobrados nas refinarias da Petrobras, estava aos R$ 5,16. Nesta sexta-feira (17), a moeda norte-americana teve alta de 2,33%, aos R$ 5,14, no valor registrado às 16h30.

O barril do petróleo WTI com vencimento em julho de 2022 tinha queda de 6,38%, aos US$ 110,09.

A queda do petróleo se deve ao temor dos investidores com uma possível recessão global por causa do desaquecimento da economia. Os investidores avaliam que o Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos) deverá ser mais intenso na alta dos juros para controlar a inflação. Na quarta-feira (15), a autoridade monetária decidiu elevar os juros em 0,75 ponto percentual, a maior alta desde 1994. O índice de preços avançou 8,6% no acumulado de 12 meses até maio, o maior percentual em 40 anos.

A taxa mais alta fortalece o dólar em relação às moedas de países emergentes e torna as commodities, como o petróleo, menos atrativas.

Fonte TBN

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