Policiais civis elegem a nova diretoria para o triênio 2022/2024 - JORNAL PASSAPORTE

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Policiais civis elegem a nova diretoria para o triênio 2022/2024



Os policiais civis elegeram por aclamação, nesta quarta-feira, 24, a nova diretoria do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado do Pará – Sindpol, que será empossada oficialmente no dia 1º de Janeiro de 2022, em meio a grande festa. A Chapa 2 (Renovação e Ação), apoiada pela atual diretoria, foi a única a concorrer ao pleito eleitoral, tendo em vista que a chapa 1, da oposição, foi impugnada pela Comissão Eleitoral, em razão de um de seus integrantes não ser sindicalizado e outro estar ocupando cargo de confiança, com D.A.S.
A Chapa 2, eleita por aclamação, tem na presidência o investigador de Polícia Civil Ednaldo Araújo e, como vice, o atual presidente da instituição sindical, José Pimentel. Vários policiais que integram a atual diretoria compõem a Chapa 2 que recebeu 339 votos.
A eleição começou às 8h e se prolongou por todo o dia, encerrando exatamente às 18h, ocasião em que começou a contagem dos votos pela Comissão Eleitoral que foi presidida pelo investigador Antônio Dias. No final da apuração, os números ficaram da seguinte forma: 339 votos para a Chapa 2; 18 votos brancos ou nulos de um total de 357 servidores da Polícia Civil habilitados a votar por estarem quites com suas obrigações junto ao Sindpol.
Ednaldo, ao lado de Pimentel, explicou que ao longo do triênio em que estará à frente do Sindipol, ou seja, de 2022 a 2024, dará continuidade ao trabalho ora desenvolvido e que tem sido de grande importância para a categoria dos servidores da Polícia Civil do Pará. Acrescentou que a atual diretoria deixa um legado administrativo invejável e que, a partir de agora, a ideia é aprofundar nas lutas que virão, para defender os 2.300 associados, entre servidores da ativa e aposentados.
Disse também Ednaldo que não existe muita diferença entre as atividades de um sindicato de trabalhadores estatutários e de trabalhadores da iniciativa privada, posto que, nos dois casos, a luta é para conquistar direitos e a assegurar a manutenção do que já se conquistou depois de tantos anos de lutas. “Temos de buscar e lutar por direitos; temos de estar sempre mobilizados para a concretização dos direitos”, acrescentou. Já José Pimentel concluiu que outra diferença entre os dois tipos de sindicatos, é que, no caso dos estatutários, eles não podem fazer greve, não podem cobrar horas extras, mas que as lutas são uniformes.

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