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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Pronunciamento do Secretário Especial de Comunicação Social da Presidência, Fabio Wajngarten

Questionado sobre o assunto em uma coletiva de imprensa, Jair Bolsonaro fugiu dos jornalistas e encerrou a entrevista de forma abrupta. Assista aqui.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), comandada por Fabio Wajngarten, reagiu com uma nota à reportagem da Folha de S.Paulo publicada na tarde desta quarta-feira 15 e que aponta corrupção por parte do secretário.

De acordo com a denúncia, o secretário de Comunicação, responsável pela distribuição de verbas publicitárias do governo federal, ganha dinheiro de emissoras de televisão, como a Band e a Record, que são beneficiadas por suas decisões. No ano passado, a pasta gastou R$ 197 milhões em campanhas.

"Mentira absurda, ilação leviana! A má-fé, o mau jornalismo conduzido pela Folha de S.Paulo é evidenciado pelo desconhecimento proposital da legislação em vigor, que na lei 8.112/90, define as regras para o exercício de cargo público e seus impedimentos", diz a nota da Secom.

"O texto publicado é mais um exemplo do mau jornalismo praticado nos dias de hoje pela Folha de S.Paulo, que não se conforma com o sucesso do governo Bolsonaro", diz outro trecho da nota. Leia a íntegra aqui.

A Lei nº 12.813, porém, conhecida como a Lei de Conflito de Interesses, que define regras para servidores públicos, veda que qualquer pessoa durante exercício do cargo ou emprego público utilize indevidamente informações privilegiadas para proveito próprio e, ainda, preste serviços ou negocie com pessoas ou empresas interessadas na decisão daquele que possui cargo público ou de algum colegiado que esse servidor participe, esclarece reportagem do Globo.


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