Mostra de ficção científica dos anos 50 e 60 é exibida no Cine Olympia - JORNAL PASSAPORTE

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Mostra de ficção científica dos anos 50 e 60 é exibida no Cine Olympia

O Cinema Olympia começa a exibir nesta quinta-feira, dia 29, uma mostra dedicada a filmes de ficção científica produzidos entre as décadas de 1950 e 1960, dentro da Mostra Sci-Fi, que segue até o dia 4 de setembro. A entrada é gratuita, sem distribuição de ingressos, sendo que o espectador deve chegar no horário correto da sessão.

Serão exibidos seis filmes em sessões que são realizadas, de terça à sexta-feira, às 18h30, e aos sábados, domingos e feriados, às 16h30.

Mostra - A Mostra Sci-Fi exibe na abertura, dia 29, às 18h30, o filme “Fim do Mundo”, do ano de 1951, com direção de Rudolph Maté. O filme terá a apresentação do crítico paraense de cinema, Pedro Veriano, que também participou da seleção dos filmes da mostra.

Veriano conta que à época do lançamento de “Fim do Mundo”, o Cine Olympia estava prestes a fechar as portas, por conta de uma necessária reforma, que não era providenciada. Foi quando os estudantes, principalmente de colégios às proximidades do Olympia, fizeram um movimento de protesto e impediam que as pessoas comprassem ingressos, mas as ações não resultaram na tão esperada reforma.

“Foi preciso, em 1959, que surgisse o Cine Palácio e aí sim, Luiz Severiano Ribeiro, que era o dono do cinema, colocasse no já velho Olympia os sonhados ar condicionado e poltronas estofadas”, conta o crítico.

A trama de “Fim do Mundo” traz Cole Henderson (Larry Keating), um cientista que alerta sobre um planeta que está em rota de colisão com a Terra. Ninguém crê na história de Henderson, com exceção de Sydney Stanton (John Hoyt), um milionário que financia a construção de uma astronave gigantesca, construída para transportar sobreviventes selecionados da Terra para outro planeta. A classificação indicativa é 12 anos.

Marcianos - A Mostra segue na sexta-feira, 30, às 18h30, com “Robinson Crusoé em Marte”, filme de 1964, dirigido por Byron Haskin. Em uma viagem de exploração em Marte, o comandante Kit Draper (Paul Mantee) e o coronel Dan McReady (Adam West) estão orbitando pelo espaço quando enfrentam um problema e se ejetam na espaçonave. Draper fica preso em Marte, tendo como companhia somente uma macaca, e precisa descobrir como achar água, comida e oxigênio naquele planeta sem vida. A classificação indicativa é 12 anos.

No sábado, 31, às 16h30, exibição de “Guerra dos Mundos”, do ano de 1953, com direção de Byron Haskin. A história mostra estranhos meteoros que caem em diferentes locais da Terra. O que parecia ser um fenômeno astrológico logo se revela uma sinistra invasão vinda diretamente do planeta Marte. A classificação indicativa é 12 anos.

O filme “O Homem do Planeta X”, produção de 1951, com direção de Edgar G. Ulmer, será exibido no domingo, dia 1º, às 16h30. Durante pesquisa a um pequeno planeta em rota de colisão com a Terra, um cientista e sua filha encontram uma espaçonave e um extraterrestre amigável. No entanto, a maldade humana vai despertar incríveis poderes na criatura. A classificação indicativa é 14 anos.

Na terça-feira, 3, às 18h30, o cartaz é para “A Máquina do Tempo”, de 1960, com direção de George Pal. Na trama, H. George Wells (Rod Taylor) é um cientista inglês do final do século XIX, que constrói uma máquina do tempo e consegue viajar até o ano de 802701, no qual encontra um mundo completamente distinto. Nesse mundo, a raça humana está dividida em duas, sendo que na superfície as pessoas são pacíficas e nos subterrâneos elas são deformadas e canibais. A classificação indicativa é 12 anos.

No encerramento da Mostra Sci-Fi, na quarta-feira, dia 4, às 18h30, será exibido o filme “O Incrível Homem que Encolheu”, filme de 1957, com direção de Jack Arnold. Durante um passeio de barco, Scott Carey (Grant Williams) é atingido por uma misteriosa nuvem de partículas brilhantes. Em seguida, é acidentalmente aspergido com inseticida e começa a encolher diariamente. A vida se torna um pesadelo para o agora pequenino Scott, vulnerável a tudo e todos.

Texto:
Dedé Mesquita

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