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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Chuvas devem continuar em Abril e maré alta pode chegar a 5,5 metros

  O estado do Pará ainda enfrentará muita chuva no mês abril, de acordo com a previsão da Diretoria de Meteorologia, Hidrologia e Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).  De acordo com os estudos, o grande fluxo de umidade que vem do oceano Atlântico, que está mantendo a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul de sua posição climatológica favorecendo os eventos, que devem continuar até meados de abril. 

Segundo os meteorologistas, há previsão de chuvas acima da média histórica no nordeste paraense, ilha do Marajó, ao longo do Baixo Amazonas e na porção norte da região do rio Tapajós. Nessas regiões são esperadas variações de chuvas entre 350 milímetros (mm) e 500 mm.

A previsão para as regiões sudeste e sudoeste do Pará são de regimes de chuva de acordo com a média histórica de cada município. Já os volumes de chuvas vão oscilar entre 200mm até 300mm na região que compreende os municípios de Marabá (313 mm), Santana do Araguaia (187 mm), Altamira (309 mm) e Itaituba (273 mm).

O diretor da Dimuc, da Semas, Saulo Carvalho, prevê que haverá diminuição da frequência de chuvas fracas e de longa duração. “Passarão a ser mais intensas e acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento”.

Os termômetros vão registrar mínimas de 21 ºC e máximas de 34 ºC na região sul e sudeste do Estado. Já na porção norte, há previsão de temperaturas mínimas de 23 ºC e máximas de 32 ºC. O tempo em geral ficará abafado e com sol entre nuvens em todo o Pará, com pancadas de chuvas e trovoadas no período da tarde, podendo se estender até a noite.

Marés - De acordo com a Diretoria de Hidrografia da Marinha (DHN), as marés para o mês de abril não ultrapassarão o nível de 3,5 metros em Belém, 4 metros na Ilha de Mosqueiro e  5,5 metros em Salinópolis. Em função da persistência de chuvas nos momentos de preamar, ainda há riscos de alagamentos e grandes movimentos de água nesses locais.

Texto: 
Ronan Frias

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