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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Low cost argentina mira o mercado brasileiro

Presidente Teté Bezerra (ao centro) e representantes da Embratur se reúnem com executivos da Flybondi nesta quarta

Empresa FlyBondi visitou a Embratur e apresentou planejamento para operar no Brasil em 2019

Florianópolis e Rio de Janeiro, os principais destinos dos turistas argentinos no País, são as cidades que a companhia aérea Flybondi pretende operar, no Brasil, em 2019. A empresa, que adota o modelo low cost, quer operar seus voos com destino ao Brasil partindo da cidade de Córdoba e da capital, Buenos Aires. Os executivos da Flybondi apresentaram a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), nesta quarta-feira (09/01), os planos da companhia para este ano no mercado brasileiro.

Atualmente, a empresa realiza voos para duas cidades fora da Argentina: Assunção, no Paraguai, e Punta del Este, no Uruguai.

“É fundamental para o turismo nacional a ampliação da oferta de voos internacionais, auxiliando a chegada de turistas ao País. O relacionamento com as companhias aéreas faz parte das ações estratégicas da Embratur para auxiliar a comercialização do turismo no Brasil”, declarou a presidente do Instituto, Teté Bezerra.

O diretor da Flybondi, Esteban Tossutti, explicou que a companhia traz para a América do Sul o modelo de sucesso na operação das empresas de baixo custo europeias e que são extremamente importantes para o turismo porque “os passageiros não gastam nos bilhetes aéreos, e sim nos locais para onde estão indo, seus destinos de viagem”.

A reunião aconteceu um mês após a assinatura da Medida Provisória que permite a liberação de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras. O diretor da companhia aérea, Tossutti, disse ainda que “a criação da Flybondi aconteceu somente porque uma medida semelhante a esta foi aprovada na Argentina”. “O Brasil pode seguir esta tendência e, como consequência, surgirem novas empresas neste segmento”, afirmou.

A entrada de até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras trata-se de uma das principais reivindicações da cadeia produtiva do setor, e deve ser analisada pelo Congresso Nacional nos próximos meses.


Foto por: Embratur

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