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Os voos supersônicos voltarão mais cedo do que você imagina


Os Voos Supersônicos Voltarão? Mais Cedo do que você imagina
É a maior demonstração de fé na viabilidade das viagens supersônicas
desde o Concorde.
A corrida para trazer de volta os voos comerciais supersônicos não estão ocorrendo na
velocidade do som – o último supersônico, o belo Concorde, foi aposentado em 2003, e ninguém
conseguiu trazer esse tipo de avião de volta. Mas, se as notícias oriundas do Paris Air Show,
realizado em junho, forem uma indicação, o processo deve aumentar a velocidade: conforme
reportado pela BBC, a Boom Technology – uma start-up baseada em Denver, no estado
americano do Colorado, uma das recentes empresas supersônicas inovadoras – anunciou que
recebeu um pedido para 76 aeronaves de 5 empresas aéreas – cujos nomes não foram
mencionados – solicitando o seu jato de 55 lugares, que a empresa empresa espera estejam
quebrando a barreira do som ao cruzar os oceanos já em 2023. No seu website, a Boom anuncia
que os seus aviões de passageiros custarão U$200 milhões cada, porém não deixou claro que este
é o valor que esteja cobrando nesses pedidos preliminares. A empresa revelou, contudo, que os
76 pedidos incluem um valor de entrada não reembolsável, capital este que a empresa continuará
utilizando no desenvolvimento dos seus aviões.
Antes que a empresa possa voar seus aviões, porém, há um longo processo de testes. O voo
supersônico não é exatamente uma novidade, porém os aviões da Boom usam uma tecnologia
que o torna mais silencioso, mais barato, mais rápido e mais seguro que o Concorde. Para os
testes, conforme anunciado no ano passado, a empresa está desenvolvendo aviões em menor
escala: O XB-1, ou "Baby Boom," tem uma envergadura de 17 pés (ou 5,18 metros), com
ocupação para 2 passageiros somente, e que pode voar a uma velocidade de Mach 2.2 (ou 1,451
milhas por hora, ou ainda 2.335 Km por hora), ou seja, aproximadamente 10% mais rápido que o
Concorde. No Paris Air Show, o CEO Blake Scholl revelou que, após algumas pequenas
mudanças, o design do XB-1 passou por uma revisão quanto à segurança e performance e que os
testes de voos começarão no próximo ano. Após esses testes sejam completados, a empresa
passará a produzir e testar o avião em sua escala normal.
Se tudo seguir conforme planejado, em seis anos o avião da Boom poderá estar levando
passageiros de Paris a New York em três horas e meia, e de San Francisco a Tóquio em um
pouco mais de cinco horas. Scholl estima que um voo de Londres a New York custara em torno
de U$ 5,000, o que equivale ao custo atual de uma classe executiva. Somente para efeito de
comparação, um voo no Concorde nessa mesma rota custava por volta de U$15,000.
O interior do aviões da Boom deverão se igualar ao preço, com um modelo inteiro de classe
executiva. Porém, ainda não se sabe se assentos inteiramente reclináveis (para a posição
horizontal) farão parte do oferecido. Porém, quando o seu voo leva o tempo de assistir O

Poderoso Chefão: Parte II, para cruzar o Atlântico, uma boa noite de sono se torna algo menos
relevante, não é?
Enquanto a lista de pedidos já feitos continua sendo um segredo, conhecemos um de seus
clientes: O Grupo Virgin, de Richard Branson, fez um pedido de 10 aviões antes mesmo que o
protótipo estivesse completamente desenhado, e ele também ofereceu o conhecimento de
engenharia e seu time da Virgin Galactic para ajudar na pesquisa, desenvolvimento e testes. Com
competidores de peso, como a própria NASA tentando desenvolver seus próprios supersônicos,
Branson parece estar apostando alto no fato de que, com a ajuda de seu próprio império, uma
pequena start-up poderá decolar primeiro. Parece que outras quatro empresas aéreas pensam do
mesmo jeito!
Foto:Os Voos Supersônicos Voltarão? Mais Cedo do que
Você Imagina!

É a maior demonstração de fé na viabilidade das viagens supersônicas
desde o Concorde.
A corrida para trazer de volta os voos comerciais supersônicos não estão ocorrendo na
velocidade do som – o último supersônico, o belo Concorde, foi aposentado em 2003, e ninguém
conseguiu trazer esse tipo de avião de volta. Mas, se as notícias oriundas do Paris Air Show,
realizado em junho, forem uma indicação, o processo deve aumentar a velocidade: conforme
reportado pela BBC, a Boom Technology – uma start-up baseada em Denver, no estado
americano do Colorado, uma das recentes empresas supersônicas inovadoras – anunciou que
recebeu um pedido para 76 aeronaves de 5 empresas aéreas – cujos nomes não foram
mencionados – solicitando o seu jato de 55 lugares, que a empresa empresa espera estejam
quebrando a barreira do som ao cruzar os oceanos já em 2023. No seu website, a Boom anuncia
que os seus aviões de passageiros custarão U$200 milhões cada, porém não deixou claro que este
é o valor que esteja cobrando nesses pedidos preliminares. A empresa revelou, contudo, que os
76 pedidos incluem um valor de entrada não reembolsável, capital este que a empresa continuará
utilizando no desenvolvimento dos seus aviões.
Antes que a empresa possa voar seus aviões, porém, há um longo processo de testes. O voo
supersônico não é exatamente uma novidade, porém os aviões da Boom usam uma tecnologia
que o torna mais silencioso, mais barato, mais rápido e mais seguro que o Concorde. Para os
testes, conforme anunciado no ano passado, a empresa está desenvolvendo aviões em menor
escala: O XB-1, ou "Baby Boom," tem uma envergadura de 17 pés (ou 5,18 metros), com
ocupação para 2 passageiros somente, e que pode voar a uma velocidade de Mach 2.2 (ou 1,451
milhas por hora, ou ainda 2.335 Km por hora), ou seja, aproximadamente 10% mais rápido que o
Concorde. No Paris Air Show, o CEO Blake Scholl revelou que, após algumas pequenas
mudanças, o design do XB-1 passou por uma revisão quanto à segurança e performance e que os
testes de voos começarão no próximo ano. Após esses testes sejam completados, a empresa
passará a produzir e testar o avião em sua escala normal.
Se tudo seguir conforme planejado, em seis anos o avião da Boom poderá estar levando
passageiros de Paris a New York em três horas e meia, e de San Francisco a Tóquio em um
pouco mais de cinco horas. Scholl estima que um voo de Londres a New York custara em torno
de U$ 5,000, o que equivale ao custo atual de uma classe executiva. Somente para efeito de
comparação, um voo no Concorde nessa mesma rota custava por volta de U$15,000.
O interior do aviões da Boom deverão se igualar ao preço, com um modelo inteiro de classe
executiva. Porém, ainda não se sabe se assentos inteiramente reclináveis (para a posição
horizontal) farão parte do oferecido. Porém, quando o seu voo leva o tempo de assistir O

Poderoso Chefão: Parte II, para cruzar o Atlântico, uma boa noite de sono se torna algo menos
relevante, não é?
Enquanto a lista de pedidos já feitos continua sendo um segredo, conhecemos um de seus
clientes: O Grupo Virgin, de Richard Branson, fez um pedido de 10 aviões antes mesmo que o
protótipo estivesse completamente desenhado, e ele também ofereceu o conhecimento de
engenharia e seu time da Virgin Galactic para ajudar na pesquisa, desenvolvimento e testes. Com
competidores de peso, como a própria NASA tentando desenvolver seus próprios supersônicos,
Branson parece estar apostando alto no fato de que, com a ajuda de seu próprio império, uma
pequena start-up poderá decolar primeiro. Parece que outras quatro empresas aéreas pensam do
mesmo jeito!
Foto:Nasa

Andre Beraha: profissional de do Turismo e atuante há mais de 40 anos, tendo passado
a metade desse tempo morando no exterior (EUA, México e República Dominicana).
Fluente em 5 idiomas, visitou e atuou em mais de 45 países. Atua como Gestor,
Negociador e Promotor estando associado a diversas entidades internacionais,
principalmente na área do Turismo de Luxo e de Experiências.

Andre Beraha: profissional de do Turismo e atuante há mais de 40 anos, tendo passado
a metade desse tempo morando no exterior (EUA, México e República Dominicana).
Fluente em 5 idiomas, visitou e atuou em mais de 45 países. Atua como Gestor,
Negociador e Promotor estando associado a diversas entidades internacionais,
principalmente na área do Turismo de Luxo e de Experiências.

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